A psicologia das cores no Marketing

Infográfico bem legal mostra como funciona o estudo e a psicologia das  cores aplicados ao marketing. Vale a pena conferir.

Psicologia das Cores
» Clique Aqui para baixar uma versão em Alta Resolução desse infográfico «

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Revista nacional Gestão & Negócios publica matéria sobre falência de empresas.

Segue para conhecimento, a matéria de capa da revista nacional Gestão & Negócios sobre falência de empresas, em que tivemos a participação do professor do curso de Publicidade e Propaganda da Anhanguera Unipli, Sérgio Montes.

Gestão& Negócios - Capa - Junho 13

Gestão& Negócios - Matéria - Junho 13 (1)

Gestão& Negócios - Matéria - Junho 13 (2)

Gestão& Negócios - Matéria - Junho 13 (3)

Gestão& Negócios - Matéria - Junho 13 (4)

Gestão& Negócios - Matéria - Junho 13 (5)

Gestão& Negócios - Matéria - Junho 13 (6)

Gestão& Negócios - Matéria - Junho 13 (7)

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Faça sua inscrição no Workshop Construindo uma Carreira de Sucesso

emailmkt

Acesse o site e faça a sua inscrição


Você já fez sua inscrição no Workshop Construindo uma Carreira de Sucesso?

Então faça. Não espere para o ano que vem!

O Workshop é um trabalho pensado para vocês, alunos e profissionais que estão entrando no mercado de trabalho ou querem mudar de emprego.

Nesse Workshop Você vai aprender a fazer um currículo mais eficiente e eficaz, que vai se destacar em meio aos outros pela forma, conteúdo e objetividade, além de ser elaborado por competência;

Você vai aprender quais os comportamentos mais importantes para uma empresa e o que elas estão procurando, vai identificá-los se possui ou não e já sai com uma diretriz do que fazer para desenvolvê-los;

Vai aprender a ser um empreendedor no local que você trabalha, mais dinâmico, mais pró-ativo, resolvendo mais problemas, criando soluções e dando mais ideias…vai passar a ser um profissional com um diferencial superior e da mesma forma vai sair com uma diretriz para desenvolver esses comportamentos empreendedores;

E se você acha que não vai ter tempo pra isso tudo, se enganou: você vai aprender a administrar melhor o seu tempo e a planejá-lo para que você possa aproveitar todas as oportunidades da sua vida e até ter um pouco mais de tempo para você mesmo. Vai identificar onde você gasta o seu tempo e vai aprender a fazer a sua planilha para administrá-lo melhor;

Então o que está esperando?
Acesse o site www.workshopdecarreira.com.br, escolha a data e o local, Rio ou Niterói e clique no link “inscreva-se aqui”

Qualquer dúvida ou mais informações falem comigo pelo e-mail professor@sergiomontes.com.br

Não percam essa oportunidade.

Aguardo vocês.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Administrando aquilo que achamos que não temos: o tempo.

…’A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,
pois a única falta que terá será desse tempo que infelizmente não voltará mais.’

Mário Quintana

 administrar_tempo_g_257110121318115

Todos os dias reclamamos que não temos tempo, que não sobra tempo, que o dia poderia ter mais 24 horas, que não conseguimos fazer nem a metade do que tínhamos para fazer e um monte de outras coisas que nos deixam enrolados, desanimados e com a sensação de que não fizemos nada naquele dia. E mais: ficamos ansiosos porque não sabemos como encaixar o que sobrou daquele dia nos outros, e com isso vem uma sensação terrível, a de que estamos trabalhando mal ou somos incompetentes ou trabalhamos demais e não produzimos nada.

Muitos de nós abrimos mão de diversas oportunidades porque não temos tempo para aproveitá-las e até sem perceber abrimos mão de qualidade de vida e até de ficar mais tempo com as pessoas de quem gostamos por conta da “falta de tempo” que achamos não ter.

O tempo é o mesmo para todos, ninguém tem mais nem menos, todos têm a mesma quantidade dele. A diferença entre se “ter mais ou menos tempo” está na forma como o administramos e como o usamos ao longo do dia, da semana, do mês e do ano.

Como tudo na vida, o tempo precisa ser planejado, estruturado e adequado à nossa forma de agir. Não adianta colocar diversas atividades em um mesmo dia se não resolvemos as coisas com praticidade, de forma simples. Da mesma forma, não tem sentido deixar para depois diversas tarefas que podemos resolver naquele momento em que “o tempo sobra”,  porque resolvemos algo rápido e sobrou tempo ou fomos bem práticos em solucionar ou dar conta das diversas tarefas que precisam ser resolvidas. Então se podemos mais, por que deixar por menos?

Independente de sermos rápidos ou lentos para resolver as coisas, práticos ou complexos para buscar soluções, existe sempre uma forma mais organizada que podemos aplicar nos nossos compromissos e afazeres diários e que vão render alguns minutos a mais ao longo do dia.

E a palavra chave é essa mesmo: organização.

A organização é a ferramenta ideal para se ganhar mais uns minutinhos no dia e umas horinhas a mais na semana. Mas, junto com ela vem outra coisa que sem ela a organização vai por água abaixo: a disciplina.

Portanto, temos diversas formas de ganhar tempo no nosso dia, na nossa semana e no mês, mas sem disciplina nada do que tentarmos vai funcionar.

No nosso Workshop Construindo uma Carreira de Sucesso vamos abordar várias formas de organizar nosso tempo, identificar tudo aquilo que o “rouba” de nós e como fazemos para desenvolver a disciplina necessária para conseguir implementar uma rotina criativa e organizada na nossa vida, tornando ela mais saudável, rica e feliz.

Inscreva-se no site www.workshopdecarreira.com.br e consiga mais tempo para você.

“O tempo é a única coisa que não temos nem mais nem menos. Só o temos.”

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Inovação em sites aumenta a conversão das compras

 Patrticipação de Sergio Montes na matéria escrita por Milena Parente para a revista Promo Insights, março de 2013.

Inovação em sites aumenta a conversão das compras
Confira as novidades apontadas por especialistas que atraem o target e aumentam as vendas

Milena Parente

Trazer o maior número de informações relevantes em um site para atrair a atenção dos consumidores é objetivo de toda marca presente no universo on-line. Durante palestra na edição deste ano da National Retail Federation – NRF – a rede nova-iorquina Brooks Brothers apresentou como decidiu inovar e levar utilidade ao target: ao clicar ou utilizar o zoom em alguma imagem do site, o que demonstra interesse, é acionado um comentário sobre a peça, incentivando a compra. A reportagem da Revista Promo Insights entrevistou especialistas para trazer mais informações sobre a tática utilizada pela empresa. Será essa uma estratégia eficaz?

Pesquisas com consumidores americanos, feitas pela Lightspeed Research, apontam que aproximadamente 60% dos consumidores são infl uenciados pelos comentários em sites e aproximadamente 24% desse total muda de ideia com relação à compra após ver os comentários. O mesmo estudo apresenta que apenas 8% dos entrevistados disseram ter encontrado opiniões on-line confi áveis. Estatísticas específi cas sobre o tema não foram encontradas analisando o público nacional, a não ser, segundo Sergio Montes, Professor do curso de Publicidade e Propaganda da Anhanguera Unipli, Designer e Diretor da DNA da Criação, os já conhecidos conceitos de comportamento do consumidor e marketing de relacionamento na web. Mesmo assim, o Docente considera “uma boa ideia para ser utilizada como estratégia, mas sugiro a uma empresa um estudo mais aprofundado”, para que os resultados sejam assertivos. Na opinião de Rodrigo Turra, CEO da Redirect Digital Marketing, essa é a maior estratégia de comunicação que se pode ter. “Confundimos ao longo do tempo comunicação com persuasão. Contudo, hoje, com a internet, o que o consumidor mais anseia é alguém que o ajude a tomar decisões da forma simples, mas fundamentada”.

O CEO diz que a marca torna-se facilitadora, pois, além do próprio serviço/produto que comercializa, a faz ganhar inúmeros pontos no momento de comparação e decisão de compra. “Logicamente vou comprar de quem me ajuda a fazer o melhor uso do meu investimento”, analisa.

Informações relevantes sobre o produto são sempre algo interessante do ponto de vista do potencial consumidor. Contudo, o Sócio da Brains@work, Miguel Gouveia, alerta para o cuidado quanto à poluição do visual como um todo, evitando o excesso, e quanto ao conteúdo do comentário em si. “Em geral, mantendo a imagem limpa e visualmente atraente, fazendo do comentário algo semelhante a uma conversa pessoal entre o consumidor e a imagem, a estratégia é válida e bem aceita. O que importa é o foco no estabelecimento de uma relação pessoal entre o consumidor e a imagem do produto (marca) através do comentário”.

 Novidades que atraem e incentivam as compras

Estar presente no universo on-line (e mobile) já é uma meta que, se não cumprida, é objetivada pelas marcas, mas, mesmo assim, Gouveia diz observar (com espanto) que muitas ainda não estão utilizando as Tecnologias Sociais, fazendo o contrário dos consumidores – os quais já estão presentes nas redes sociais, leem blogs e compartilham mídias. Investir em Tecnologias Sociais é colocar a marca onde os consumidores já estão e fazer deles mais do que consumidores, mas seguidores, fãs e entusiastas da marca. Outros atrativos para um consumidor on-line apontadas pelo especialista são técnicas de vídeo 3D, realidade aumentada, “gamifi cação”, entre outros. “Contudo, é preciso manter a simplicidade antes de adicionar complexidade (e aumentar o custo de desenvolvimento)”, orienta Gouveia.

O uso de vídeos com conteúdo, sem dúvidas, na opinião de Turra, fará toda a diferença. “O consumo de vídeo tem aumentado consideravelmente em todo o mundo”. Assim como a aplicação de simuladores, o espaço para comentários públicos, o uso de chat e de vídeo chamadas.

Para o CEO, a evolução estará na apresentação e no atendimento. “O uso inteligente do comportamento de navegação, auxiliado por uma base de conhecimento do histórico de conversões do cliente, logicamente, cria um mundo de ofertas personalizadas e pertinentes que podem fazer toda a diferença”.

O Professor da Anhanguera Unipli não vê limites para formas de inovação, à medida que a tecnologia avança exponencialmente e os custos despencam. Mas, a seu ver, “cabe sempre, em qualquer atitude ou ação inovadora, a pesquisa de marketing, o estudo do comportamento do seu consumidor, a defi nição dos objetivos a serem alcançados, o planejamento dessas ações, uma comunicação efi caz e é claro, criatividade e ousadia, sempre”.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Ser Designer…

Ser Design…Designer Gráfico, Web Designer, Surface Designer, Designer de Interiores ou qualquer outro tipo de Designer vai muito além do vasto conhecimento técnico que a área exige, muito abrangente mesmo, do conhecimento geral ou do domínio das tecnologias disponíveis, plataformas, gadgets, etc…

Ser Designer é um modo de vida.
É ter um jeito todo especial de ver as coisas, as situações, os problemas.
É não ter medo de resolver problemas;
é procurar sempre uma nova solução para problemas antigos;
é fazer de outro jeito o que já foi feito, só pelo prazer de fazer;
É ser curioso e desmontar tudo que encontra pela frente só pra ver como foi feito;
é  gostar de ler de tudo e o tempo todo;
é pegar as sobras de varias coisas e criar algo novo,  como a Fênix que renasce das cinzas;
é procurar na opinião dos outros aquilo que pode realmente pode contribuir no trabalho que você levou um tempão pra fazer e ainda achar graça disso;
é não levar as críticas para o lado pessoal;
é olhar o trabalho dos outros e se inspirar na idéia (sem copiar é claro) e aprender com eles que existem diversas maneiras, além da nossa, de se fazer as coisas;
É vestir uma meia diferente em cada pé e nem perceber pois a cabeça está pensando na logomarca;
E além de tudo isso, cumprir todos os prazos exigidos sem reclamar… mesmo que o prazo tenha sido ontem;
Se você é assim, com certeza está no caminho certo para se tornar um Designer.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

“Criação de logotipos: cliente x designer”

Achei esse post pesquisando sobre design gráfico na internet para um trabalho que estava desenvolvendo e achei fantástico. Estou reproduzindo aqui, só não lembro de onde tirei nem o autor, que me perdoem, mas é a realidade do mercado do design de logotipos, infelizmente.

Cliente:
– Oi, eu queria um logo pra empresa que estou abrindo. Ouvi dizer que sai por uns duzentinhos. Quanto você cobraria?

Designer:
– Depende. Para o que o senhor quer o logo?

Cliente:
– Ora essa, para usar nas coisas da minha empresa.

Designer:
– Coisas…?

Cliente:
– Cartões, notas, catálogos, website, uniformes, fachada, etc.

Designer:
– Entendo, mas para quê o senhor quer por um logo em tudo isso?

Cliente (já estressado):
– Ora, para todo mundo reconhecer minha empresa, para as pessoas verem esse logo e imediatamente saberem que é minha empresa, tipo a Nike ou a Coca-Cola.

Designer:
– Ué, mas o nome não é o suficiente? O senhor precisa gastar mais para ter um desenhinho no cartão e na fachada?

Cliente (possesso):
– Caramba, mas que diabo de designer é você? É lógico que precisa ter uma marca, um logo, uma imagem, que todo mundo vai lembrar e que vai me ajudar a vender mais. Que vou poder pôr apenas isso em um monte de lugares e vai ser o suficiente para se fazer um marketing viral e vou economizar muita grana em anúncio e propaganda. Que todo mundo vai olhar e lembrar dos meus produtos.

Designer:
– Então o senhor sabe muito bem o valor do que quer e do que está pedindo. Sabe que um logo bem feito não é só um desenhinho e que vai agregar valor a sua empresa e consequentemente aumento de vendas e faturamento. O senhor está adquirindo um produto tão importante quanto as suas máquinas e seus funcionários pois vai ser a cara, a identidade visual do seu negócio.

O valor é R$ 5.000,00.

Moral da história: é importante que o cliente reconheça o valor e a importância do trabalho pedido, o que muitas vezes não acontece.”

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

A fila da sapataria

Quem aqui nunca foi a uma sapataria? E quem nunca foi atendido pelo método “cheiro no cangote”?

A história que vou contar é a mesma que conto nas minhas aulas de marketing, em atendimento e comportamento do consumidor e a maioria dos alunos não acredita, mas morrem de rir, até pelo meu jeito meio “teatral” para contar histórias. Mas é verdade!

Como todos sabem, na época de natal é comum a contratação de um número maior de vendedores em relação às outras épocas do ano, para fazer frente ao aumento da demanda. Até aí, nada de errado. Porém, fico me questionando qual o tipo de treinamento que esses novos vendedores recebem?

Vocês já repararam que ao chegar em uma sapataria, mesmo quando você está apenas olhando, sem compromisso, uma coisa que até eu gosto de fazer, olhar vitrines e produtos, mas sem compromisso, você logo é abordado por um vendedor que fala seu nome e te deixa um cartão. E fica na maioria das vezes “cheirando seu cangote” até que você desiste de olhar. Pois é! Em uma dessas vezes que eu estava olhando vitrine, do lado de fora de uma sapataria de shopping, percebi uma longa fila de vendedores formada em uma área específica da loja. Olhei com um olhar de estranheza me perguntando: ” que negócio é esse? O que deve estar acontecendo? E fiquei alguns minutos observando o que acontecia. Depois de uns 15 minutos, não acreditei no que eu estava vendo. Será mesmo que é isso? Resolvi voltar no dia seguinte para tirar as dúvidas e continuei minha andança.

No dia seguinte, voltei munido de uma máquina fotográfica para documentar minhas observações e torcendo para a tal da fila estar formada lá, na sapataria. E estava! Aí, resolvi eu mesmo fazer alguns testes. Primeiro, fotografei a fila, até para meus alunos não acharem que era cascata minha, como já acharam de algumas coisas que contei, mas…fotografei. Depois, me dirigi à vitrine e comecei a olhar, do lado de fora da loja. Até aí, tudo bem. Então, fui para a frente da loja, na porta de entrada e percebi uma leve mexida na fila, como se fosse uma chacoalhada de ônibus, daquele jeito que todo mundo se arruma num ônibus cheio. Um acompanhando o movimento do outro. Então não resisti, confesso. Parei em frente à fila, ainda do lado de fora da loja e olhei para a primeira pessoa dela. Ele me encarou firme e cerrou um pouco os olhos, aprumando o corpo à frente. Ameacei com o pé atravessar a linha que divide o corredor do shopping e da loja e o primeiro da fila se posicionou como se fosse dar a largada em uma prova dos 100 metro rasos, igualzinho como se vê nas olimpíadas, me encarando como se fosse voar em cima de mim. Encarei o sujeito e pisei na loja: a largada foi de imediato e o vendedor veio na minha direção qual foguete. No mesmo instante, tirei o pé da loja e para meu espanto  e surpresa, o “atleta” deu uma guinada freando o corpo e inclinando-o para trás e num suspiro de extrema decepção se dirigiu novamente ao final da fila. Perdeu sua vez.

Me senti horrível, mesmo gargalhando por dentro, e resolvi sair de fininho antes que fosse linchado pela galera da fila, afinal eles estavam ali defendendo suas comissões. E mexer no bolso dos outros é comprar briga. Fui embora da frente da sapataria e passei a reparar no atendimento que é feito, de uma forma geral, em todas as lojas nessa época, ou nessas épocas onde o movimento aumenta muito. E meus estudos de marketing vieram à mente. Será que as pessoas, os compradores, gostam de ser atendidos assim? Será que todas essas pessoas que são atendidas assim voltam na loja para comprar? Será que só eu não gosto de ser atendido dessa maneira? Por que os vendedores são treinados dessa forma (se é que são treinados)? Apenas para bater metas e ganhar suas comissões? Será que as pessoas que foram atendidas assim indicam a loja para outras pessoas? E tentando responder meus questionamentos cheguei à conclusão que as respostas que eu dava às indagações estavam ao contrário de tudo aquilo que eu aprendera e agora ensinava no marketing.

Aumentar as vendas sim, mas fidelizar não? Por que não agradar mais ao cliente para que ele volte sempre e ainda indique sua loja (ou seja lá qual for o negócio que você pratica)? E quem disse que as pessoas gostam de ser atendidas dessa forma: um vendedor cheirando seu cangote, dando um cartão e ficando doido pra você comprar pra ele poder cheirar o cangote de outro???? Não tenho respostas definitivas, acho que vale um estudo mais aprofundado, mas eu não gostaria de ninguém atrás de mim enquanto observo, imagino, penso e decido se vou comprar alguma coisa ou não. E se resolver comprar, quero olhar em volta e encontrar alguém prestando atenção em mim e vindo oferecer ajuda, se eu precisar…pelo menos é assim que eu gostaria de ser atendido. E falando em ser atendido, quantas histórias temos que poderiam ser contadas mostrando como é ruim nosso atendimento (pelo menos na minha opinião).

Não deixei de ir às sapatarias (essa por acaso fechou…não imagino o porque???) até por que precisamos comprar sapato ou tênis de vez em quando mas acabo assumindo, de cara, uma postura antipática que dificulta a prestação do serviço no momento do contato de serviço. Poderia ser diferente!

Se você que está lendo este post também tiver uma história sobre atendimento e acha que vale a pena publicar, envie para mim, pelo e-mail professor@sergiomontes.com.br.

Ah! e segue a foto da fila para não acharem que era mentira.

 

fila da sapataria

A Fila da Sapataria: tipo de atendimento que não agrega valor e na maioria das vezes irrita o cliente.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Você tem experiência?

Fico me perguntando todos os dias quando acordo pela manhã: qual foi a experiência de ontem que vou poder aplicar (ou não) no dia de hoje? Qual a lição? Será que aprendi…e no turbilhão das respostas e indagações que pelo menos pra mim são normais, encontrei esse texto na internet e achei fantástico. Gostaria de reproduzí-lo aqui. Infelizmente não lembro de onde o tirei e nem seu autor, mas simplesmente o achei fantástico. Aí vai ele:

“No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: ‘Você tem experiência?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e com certeza ele será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e acima de tudo por sua alma.

Redação Vencedora:

Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Ja peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que eram as mais difíceis de esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um ‘para sempre’ pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas…

Tantos momentos fotografados pelas lentes da emoção e guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: ‘Qual sua experiência?’ Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência… Será que ser ‘plantador de sorrisos’ é uma boa experiência? Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?

(Publicado no jornal interno do RH – Volkswagen do Brasil – nome do candidato não mencionado)”

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

De volta ao mundo digital!

Me chamo Sergio e me designo Montes
Não acredito em horóscopo, mas sou de Áries
com ascendente em Peixes. No chinês, sou Tigre.
Materialismo espiritualizado fica difícil de administrar,
mas abre a mente e a visão para diversas nuances da vida.

Minha percepção é grande, mas a boca também…
Busco a perfeição em tudo que faço…
Mas não esqueço que o ótimo é inimigo do bom.

Sou amigo e tenho excelente memória, apesar de algumas pessoas acharem o contrário.
Aceito a opinião dos outros, mesmo que eu não concorde.
Todos tem direito de pensar o que quiserem

Não guardo rancor nem ressentimentos,
mas se perco a confiança, perco a motivação que nos impele na direção do outro.

Sou apaixonado, vivo as idéias intensamente, vibro com a Criatividade, a Arte, o Desenho,
a  Musica e a propaganda…

Amo a música… Mas detesto pagode e funk!
Rock é inspiração divina… Bach e Rachmaninoff também (que também é Sérgio – Sergei Rachmaninoff).

Gosto de estudar (desde que de prazer)
Ler é muito bom.
Ler o que é bom é melhor ainda.

Adoro esportes… Vôlei, andar de bicicleta e fazer a travessia dos fortes a nado!
Correr… Só no futebol!

Praia é tudo de bom… Com sol e limpa, é a maior fonte de renovação das energias.
Mergulhar em Ilha Grande é fantástico.
Mergulhar em Fernando de Noronha é indescritível

Viajar é um dos maiores prazeres da vida! Depois de namorar, é claro.

Gosto de conversar sobre coisas que engrandeçam a alma…
Mas jogar conversa fora com os amigos e falar besteira não tem preço!

Não somos capazes de mudar ninguém, a não ser a nós mesmos.
Sejamos nós a mudança que queremos ver no mundo.

E tenho dito!

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

© 2017 Sergio Montes | Designed by SMDESIGN Comunicação e Marketing